Prematuridade - Patrícia Peres

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Prematuridade

Comemorado todo dia 17 de novembro, o Dia Mundial da Prematuridade foi criado em 2012 para chamar a atenção para um problema que atinge 15 milhões de crianças todos os anos ao redor do mundo. É considerado parto prematuro ou pré-termo antes de completar 37 semanas de gestação.

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A cor escolhida para esta campanha de conscientização é o roxo. O roxo transmite a sensação de introspecção. Estimula o contato com o lado espiritual, proporcionando a purificação do corpo e da mente, e a libertação de medos e outras inquietações. É a cor da TRANSFORMAÇÃO.

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No Brasil, 340 mil bebês nascem prematuros todo ano, o equivalente a 931 por dia ou a 6 prematuros a cada 10 minutos. Mais de 12% dos nascimentos no país acontecem antes da gestação completar 37 semanas, o dobro do índice de países europeus.

Os problemas da prematuridade vão além do baixo peso. Um prematuro precisa de cuidados especiais em UTI, o que aumenta em três vezes o risco de morte e sequelas futuras para sua vida adulta.

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A prematuridade e o baixo peso ao nascer são fatores determinantes de:

– mortalidade neonatal,

– infecções,

– maiores taxas de hospitalização,120919170035_sp_bebe_prematuro_512x288_bbc

– maior propensão ao retardo de crescimento,

– déficit neuropsicológico,

– baixo desempenho escolar.

É possível reverter esse quadro ao identificar e combater precocemente as causas da prematuridade. Estudo brasileiro da Unicamp avaliou 30 mil partos e concluiu que 70% dos nascimentos prematuros ocorrem por causas espontâneas, que podem gerar encurtamento do colo do útero e sangramento vaginal.

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Liderado pela Unicamp, o estudo P5 – “Progesterona e Pessário cervical para Prevenir Parto Prematuro” terá duração de dois anos e espera beneficiar 30 mil mulheres em todo o país.

Para acompanhar o comprimento do colo do útero e detectar riscos de encurtamento, o estudo P5 vai disponibilizar gratuitamente pelos próximos dois anos um exame de ultrassom específico em 17 hospitais espalhados pelo Brasil, todos vinculados ao Sistema Único de Saúde. Se nenhuma alteração for identificada, a paciente é aconselhada a seguir com seu pré-natal regular. Se o encurtamento do colo do útero for detectado, a gestante receberá acompanhamento especial para evitar o trabalho de parto prematuro. 11220930_779284905551188_7008705300076381036_n

Serão fornecidas cápsulas de progesterona, um hormônio que a mulher já produz naturalmente, ou um anel de silicone para fechar o colo e diminuir a possibilidade de um nascimento antes da hora. Ambos são inseridos na vagina até o final da gestação. As participantes receberão acompanhamento regular da equipe até o parto.

A iniciativa faz parte de uma pesquisa científica que pretende entender as melhores formas de se evitar o nascimento prematuro no Brasil e no mundo. Além de evitar o nascimento prematuro de seu bebê, as gestantes participantes do estudo receberão acompanhamento ao longo de toda a gravidez e ainda contribuem com a pesquisa científica que pretende prevenir o problema no país.

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Serviço para a gestante:

Para localizar o centro mais próximo e agendar o exame acesse o site oficial do projeto: www.prevenindopartoprematuro.com.br

Para saber mais sobre o estudo: Facebook/Prevenindo Parto Prematuro

Em Jundiaí – atendimento no Hospital Universitário, falar diretamente com a Paola ou Luzia. TEL.: (11) 4527-5700.

 

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